Prazos, agenda, processos, documentos, WhatsApp e IA no mesmo ambiente. Primeiro resolve o dia do advogado; por baixo, continua open-core, soberano e mensurável para quem precisa integrar.
O advogado entra para saber o que vence hoje, quem é responsável, quais compromissos exigem presença e o que a IA já consegue resumir com dados reais. A arquitetura fica disponível, mas não aparece antes da utilidade.
Prazos fatais, vencidos e próximos 7 dias ficam visíveis antes de qualquer gráfico ou configuração.
WCAG 2.2 AA em todas as telas. Atalho de teclado para tudo. Funciona em conexão lenta, em advogado que não usa mouse.
Compromissos, atendimentos e audiências funcionam mesmo antes da conexão com Google. Sync é bônus, não bloqueio.
Maestro responde com clientes, processos e prazos reais do escritório. Se não souber, sinaliza a fonte em vez de inventar.
A primeira tela fala de prazo, audiência, atendimento, documento e responsável. A camada técnica continua forte, mas mora no bloco certo: depois que o problema jurídico ficou claro.
Você abre o CaseHub e responde a única pergunta que importa: o que exige ação agora? Sem cadastro obrigatório demais, sem popup pesado, sem depender do Google para o básico funcionar.
Depois da promessa jurídica vem a camada de integração: HTTPS, deploy, schemas, webhooks, OpenAPI e observabilidade para equipes que querem automatizar em cima do escritório.
casehub deploy, casehub migrate, casehub seedToda lei é lógica extraída da vida em sociedade — um conjunto de se, então, senão, com prazos, atores e consequências. O juridiquês é apenas mais uma DSL: uma linguagem de domínio específico para descrever relações humanas com precisão de máquina. O que o advogado faz, em essência, já é programação. CaseHub apenas torna isso explicitável — e executável.
CaseHub não é mais uma ferramenta na sua barra de tarefas. É a bancada onde você organiza todas as outras: PJe, OAB, Google Drive, ERP, modelos de linguagem, integrações internas. ClickUp e Notion fizeram isso para times de produto. CaseHub faz para advogados, juízes, promotores.
Capture do produto rodando agora. 758 novos casos, 14 compromissos na semana, 5 prazos vencendo. A meta do dia muda enquanto você lê.
Comparamos o CaseHub com as três plataformas mais usadas no mercado jurídico brasileiro hoje. Os critérios são técnicos, mensuráveis e auditados. Sem cherry-pick.
Cobramos por escritório, não por advogado. Todos os recursos em todos os planos. Diferença é só limite de processos e suporte. Cancele a qualquer momento.
As cinco coisas que escritórios mais perguntam antes de migrar. Se a sua dúvida não está aqui, manda mensagem no WhatsApp.
Não é metáfora. CaseHub expõe primitivas: Processo, Prazo, Cliente, Petição, Tribunal — todas com SDK tipado. Você pode estender, automatizar, integrar com seu próprio backend. É um framework no sentido literal: você programa em cima dele.
Sim. O core (Apache 2.0) está em github.com/casehub/core. Self-host com Docker Compose em 4 comandos. Recursos enterprise (SSO, audit log, suporte) ficam num módulo proprietário separado. Você escolhe.
Importadores prontos para os 4 maiores do mercado (Astrea, CP-Pro, ADVBox, Projuris). Importação média: 6h para escritório com 500 processos. Equipe de migração brasileira faz o handoff. Zero downtime.
Significa que estamos em v0.9 — já em produção em escritórios reais, mas ainda iterando rápido. Você entra cedo, paga menos, e influencia o roadmap. Em troca, eventualmente uma feature pode mudar entre minor versions. Avisamos com 30 dias.
Porque advogado bom hoje contrata dev. Departamento jurídico de empresa séria automatiza prazos, integra com ERP, escreve seus próprios bots. CaseHub é a primeira plataforma jurídica BR que trata dev como cidadão de primeira classe.
Veja a tabela na seção 03. Curto: somos open-core, mais barato, mais rápido, e não somos um SaaS genérico tropicalizado — fomos construídos do zero pro mercado brasileiro, em arquitetura jurídica primeiro, em UI bonita depois.